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16 de Agosto de 2022

Massacre em Paris: “terceira guerra mundial aos pedaços”

Por que a França?

Luiz Flávio Gomes, Político
Publicado por Luiz Flávio Gomes
há 7 anos

Massacre em Paris terceira guerra mundial aos pedaos

Desde logo nossa solidariedade a todos os que, inocentemente, se converteram em “cadáveres antecipados”. O mais triste é saber que eles não foram as últimas vítimas da insanidade humana.

Quem falou em guerra mundial “aos pedaços” foi o Papa Francisco. Mas para o princípio da intelegibilidade do humano, muito provavelmente deveríamos eliminar a parte final da frase. Não fazemos guerras “aos pedaços”; de pedaços podemos falar em relação aos corpos dilacerados, sobretudo de inocentes. Mas quando nos referimos a nós, os humanos (muito superficialmente racionais[1]), a regra histórica é clara: vivemos em guerra, ou seja, somos beligerantes por natureza. Mirando nossa folha de antecedentes, não há como negar o princípio do “realismo beligerante ou guerreiro”.

A guerra reciprocamente declarada entre o Estado Islâmico e a França (incluindo os EUA e vários outros países) não é algo excepcional na existência humana. Os seres humanos matam uns aos outros desde que desceram das árvores. Não seria surpresa (diz Matthew White[2]) “encontrar corpos ocultos no alto das suas folhagens”. A arqueologia está cheia de ossos humanos com fraturas provocadas por armas. Milhões e milhões e milhões de seres humanos já foram trucidados por outros seres humanos (Steven Pinker).

Guerreamos pelas nossas vidas, pelas nossas coisas, pela nossa cidade ou país, pelas nossas preferências políticas, pelas nossas ideias, pela nossa família ou por amigos, por espaços no trânsito, por territórios lícitos ou ilícitos, pelo nosso time... E, por que não?, também por religiões. Não existe o sujeito “neutro” (Foucault[3]): somos, então, necessariamente, adversários de alguém (de alguma ideia, de algum “inimigo” pessoal ou coletivo, de alguma crença, de alguma ideologia).

A teoria filosófico-jurídica, sob o amparo da “teoria da soberania” (desenvolvida no final da Idade Média), difunde a ideia discutível (para não dizer mentirosa) de que é a partir do poder soberano que a sociedade é estruturada de forma pacífica (de cima para baixo, de maneira hierarquizada). Tudo isso é dito para esconder a verdadeira realidade das “relações de poder e de dominação”, as quais, enfocadas de baixo para cima (Foucault), são fundadas em guerras, desavenças, conflitos, rebeldias, insurreições, discussões, litígios e dissidências. Todo o direito é fruto de muita guerra, de muito conflito.

No mundo jurídico difunde-se outra ideia equivocada (sintetizada por Cícero) de que “inter arma silent leges” (sob guerras, as leis silenciam). Não haveria nem sequer o poder político enquanto existem guerras. Em outras palavras, cessadas as guerras, nasceria o poder político. Ilusão. “A guerra nunca desaparece porque ela presidiu o nascimento dos Estados, do direito, da paz e das leis. Todas essas instituições nasceram do sangue e do lodo das batalhas e das rivalidades, que nunca foram (como imaginavam os filósofos e juristas) batalhas e rivalidades ideais (sim, reais). A lei não nasce da natureza, como se fosse uma fonte a que acessavam os primeiros pastores. A lei nasce de conflitos reais: massacres, conquistas, vitórias que têm suas datas e seus horrorosos heróis; a lei nasce das cidades incendiadas, das terras devastadas; a lei nasce dos inocentes que agonizam ao amanhecer” [ou ao anoitecer].[4]

Nem antes nem depois da Primeira (1914-1918) ou da Segunda Guerra mundial (1939-1945) o humano nunca deixou de estar envolvido em conflitos mortíferos. Guerra laica, guerra santa, guerra ostensiva, guerra insidiosa, guerra infinita, guerra preventiva... Adoramos a guerra (as potenciais vítimas, sobretudo as civis, evidentemente, não pensam assim) como a mitologia adorava os deuses. Não guerreamos “aos pedaços”, sim, permanentemente. Em todas as relações de poder (ou melhor: de dominação, como diria Foucault) está presente a guerra (o litígio, o conflito, a desavença).

Por que a França?

Gilles Lapouge (Estadão15/11/15: A=19) responde: “A França é detestada pelos homens da morte – tanto quanto os EUA. As razões? A mais inteligível é o envolvimento de Paris na coalização contra o EI liderada pelos americanos. No Iraque, e na Síria aviões Rafale e Mirage franceses bombardeiam posições do grupo extremista. Mas a memória do ódio vai longe. O EI não perdoa a França por ter assinado, em 1916, o acordo Sykes-Picot, que desmantelou o Império Otomano e dividiu seus despojos entre a França, que recebeu o Líbano, e a Inglaterra, que ficou com a Síria. Enfim, a França cometeu outra vilania. Entre todos os Estados, é aquele que observa com maior vigilância o secularismo – estatuto que autoriza e protege todas as religiões sem privilegiar nenhuma delas (...) A França é um dos países que mais envia aprendizes assassinos à Síria. Lá eles são recebidos, passam por uma lavagem cerebral e são instruídos a matar”.

Para Obama e seus aliados os ataques do EI, particularmente os recentes (contra a Rússia, derrubando um avião, no Líbano e, agora, na França), “vão certamente provocar uma reavaliação da ameaça e exigirão uma estratégia ainda mais agressiva contra o Estado Islâmico”. O que era uma guerra regional se tornou global. Mas não se trata de uma guerra “aos pedaços”. O mundo, desde que é mundo, sempre esteve em guerra. Os humanos e a guerra formam uma díade inseparável.

[1] ARIELY, Dan. Positivamente irracional. Tradução: Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

[2] WHITE, Matthew. El libro negro de la humanidad. Tradução de Rosa María Salleras Puig e Silvia Furió. Buenos Aires: Crítica, 2012, p. 18.

[3] FOUCAULT, Michel. Genealogia del racismo. Tradução: Alfredo Tzveibel. La Plata: Coleção Caronte Ensaios-Editorial Altamira, s. D., p. 47.

[4] FOUCAULT, Michel. Genealogia del racismo. Tradução: Alfredo Tzveibel. La Plata: Coleção Caronte Ensaios-Editorial Altamira, s. D., p. 47.

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161 Comentários

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A França é representativa e estava fácil.
Acho que acabou a paz para se realizar qualquer evento como serão as olimpíadas no Brasil.
Um homem bomba ou centenas deles, quem sabe quantos serão?
Bem, com tanta tecnologia e inteligência, não me falem em impossibilidade de exterminar esse povo.
Já passou da hora do mundo dar uma resposta humana a esses selvagens.
Não consigo enxergar a motivação política, porque a motivação religiosa, do atraso, da intolerância, da mediocridade, da ignorância, do fanatismo, turvam qualquer possibilidade de se enxergar mais profundamente uma outra motivação menos torpe e menos insana.
Já se fizeram guerras maiores por motivos nada nobres. Já não importa quantos serão os inocentes que pagarão a conta, posso ser um deles, mas terminada a carnificina que se faz necessária, poderemos voltar a falar em bom senso.
Não sou carneiro, muito menos santo.
Por hora, quero cada um desses terroristas e desses fanáticos mortos.
Vive le France! continuar lendo

Aposto que eles pensam exatamente a mesma coisa do lado de lá. continuar lendo

Isso eu tenho certeza, Pedro.
Enquanto não equilibrarmos nossos objetivos, seremos eternamente as vítimas.
Não confio na eficiência 100% dos argumentos. continuar lendo

Totalmente de acordo com seu ponto de vista, caro José Roberto! continuar lendo

Ó Dr. José Roberto Underavicius, dá para parar de esgotar a análise da questão e ao menos deixar uma peninha para nossa escrita?
É isso mesmo, digo Vive la France ou canto La Marseillaise? Hoje somos todos franceses, eu um tiquinho mais porque cursei até o término do segundo grau quando a influência francesa na vida cultural, educacional e até mesmo militar, era predominante ca entre nós caboclos. A ginástica (hoje educação física), nas escolas, quartéis, tiros de guerra, etc., seguia verdadeiro padrão francês.
Eu me envaideço disso tudo e finalizo lembrando: Se vis pacem para bellum. continuar lendo

É Asahel... eu também sinto saudades daqueles tempos. continuar lendo

Perfeito, Roberto. continuar lendo

O Roberto Macedo tem razão até um certo ponto, é verdade que os religiosos se aproveitam da ignorância das pessoas e usam a Bíblia, como pretexto para incutir ideias que não estão no real sentido da mensagem divina. A subjetivação da Bíblia, da lei, normas, etc. é que levam às heresias e daí, às aberrações do fundamentalismo e misticismos. Para se ter a correta compreensão da Palavra de Deus, é primordial; primeiro recorrer à submissão ao Espírito de Deus; depois, utilizar o potencial que Ele deu ao homem, ou seja usar a hermenêutica correta - que é literal e admite metáforas. então, será difícil essa liderança estúpida e assassina ter a influência que tem. Na Bíblia, no livro do profeta Oseias, capítulo 4 e versículo 6 - está escrito: "...Meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento." quanto ao Alcorão, há muita contradição entre o escrito, o falado e o praticado. continuar lendo

Não sei Daniel qual o volume da influência da Bíblia nesses atos, mas eu sou completamente ateu e jamais cometeria ato tão covarde.
Essa decisão está em mim, e basta.
Então deixo esse ponto a ser discutido por quem vivencie e compreenda. continuar lendo

Engraçado esse mundo!
Houve guerras no passado por disputa territorial envolvendo ganância e poder e tantas outras por motivos não tão graves. Hoje que de fato há um bom motivo para dar uma resposta a altura pra esses caras, os países ficam "cheio de não me toque".
Não se negocia com terrorista!
Não há diplomacia nesses casos, é o que penso. continuar lendo

Célia Fernandes,

A esquerda barra qualquer forma de avanço. Iniciar tal guerra é extremamente desgastante. Olha o caso de Israel... a questão palestina x Israel, não é tão diferente da EI x Mundo.

E quem é pintado de vilão, e quem é pintado de herói? continuar lendo

Carlos Guilherme,

Esquerda? Que esquerda? Aquela que capitulou a Alemanha de Hitler e pôs fim a guerra?

É essa mesma esquerda que hoje está á frente dos ataques na síria... continuar lendo

O problema mais sério que vejo nisso tudo é que o EI está "capilarizado" dentro de vários países...eles migraram para muitos lugares diferentes do globo...e com essa migração de refugiados então, nem se fala....isso é muito sério e não está acontecendo no WAR do tabuleiro. É na vida real. continuar lendo

Enganam-se os Srs. Roberto Macedo, Cassio Macedo e José Roberto Underavícius:

Quem afirma estar na luz mas odeia seu irmão, continua nas trevas.
Quem ama seu irmão permanece na luz, e nele não há causa de tropeço.
Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegaram.
- 1 João 2: 9 - 11
Você já experimentou fechar os seus olhos por alguns minutos e com eles emerticamente fechados tentar fazer alguma coisa; caminhar, por exemplo, na sala, ou pegar algum objeto? A sensação de trevas, de escuridão é terrível. Os sentimentos de impotência, de insegurança, de vazio, de medo, com certeza estarão presentes, não é mesmo? A impossibilidade de vermos o que se passa ao nosso redor mostra-nos claramente que é bom tirar a venda dos olhos para enxergar novamente.

O texto acima, fala-nos de pessoas que estão vivendo em trevas, em completa escuridão. Estão neste estado, não por ignorância, não por inocência, mas por opção, por estilo de vida. Por um motivo ou outro preferem as densas trevas do pecado, da malignidade, da transgressão, da iniquidade e caminham neste mundo sem direção, sem rumo. O interessante é que embora andem nas trevas do pecado, pensam que estão na luz. Pensam que tem visão, mas a realidade é uma só, estão em trevas. continuar lendo

Com certeza você deve conhecer alguém de sua relação que abriga o ódio no coração, que tem sentimentos facciosos, que não tem afeição por uma determinada pessoa. A Bíblia nos afirma, que este tipo de sentimento, ou seja, o sentimento de ódio faz com que as pessoas que as tem, andem em trevas, em completa escuridão. A Bíblia diz: “Aquele que diz que está na luz e odeia o seu irmão até agora esta nas trevas”. Esta luz a qual João menciona em sua epístola é o Senhor Jesus Cristo. Porque Jesus é a luz neste mundo.

O ódio é um sentimento pecaminoso que precisa ser tratado. É um mau, que uma vez diagnosticado pelo Espirito Santo de Deus, deve sofrer uma intervenção cirúrgica espiritual. O Senhor Jesus é o médico dos médicos. Só Ele tem poder para realizar tal operação. O problema é que o ódio não se instala na pessoa de uma hora para outra. Ninguém odeia o seu próximo, de graça. Começa, sim, com pequenas coisas, mínimas questões na maioria das vezes sem nenhuma importância aparente, mas com o passar do tempo se não houver tratamento pode se tornar um câncer incurável, levando o paciente a morte eterna. A Bíblia nos diz que “O ódio excita as contendas, mas o amor cobre todas as transgressões”. Que Deus abençoe-nos. continuar lendo

Quando você escreveu "Não se negocia com terrorista!", lembrei infelizmente da Sra. Presidenta do Brasil, que na reunião da ONU no ano passado disse para todos que "deveriamos negociar com os terroristas", lamentável isto. continuar lendo

Fico em luto diante destas notícias.
Não que a tragédia em voga me aflija ao ponto de enlutar-me de absoluto.
Em verdade, me dói a dor das famílias e vítimas de tão horrenda tragédia.
Mas o que realmente me enluta é pensar que morrem tantos quantos em nossa pátria amada Brasil.
Diria-me alguém: Mas lá se tratou de ato de "terror" contra vítimas inocentes.
Mas e quantos morrem à fome em nosso território, também inocentes? Quantos morrem exterminados em atos torpes e insidiosos deflagrados por criminosos de esquina? A que preço morremos?
Pergunto ao leitor amigo: já sentiu fome? Dói as entranhas, não? Imagine morrer dela.
Os nossos ladrões, traficantes, políticos e governantes possuem ideal? Roubam por qual ideal? Matam apenas pelo prazer de ver jorrar o sangue espesso do pai de família e para rirem-se do faminto a lhe implorar por um pedaço de pão? Acreditam em algum Deus? Respeitam seus pares, familiares e confrades?
A globalização - enquanto fenômeno político-social - nos leva a analisar os fatos ocorridos externa corporis com extrema velocidade, eis que nos faz imiscuído ao mesmo.
Mas e o que ocorre entre nós?
Devemos - todos nós - diante de tal ato ocorrido na França baixarmos os olhos ao nosso território vitimado pela fome, pela violência urbana (comandada por milícias que praticam também atos de terror) e pela indulgência político-criminal, no afã de contribuirmos para um Brasil melhor.
Terrorista não é só aquele que mata pessoas por ideologia religiosa ou fanática, mas também aquele que mata "por matar", aquele que mata por sentir "prazer" na carnificina", aquele que queima ônibus e dizima pessoas em bares de uma grande capital com apoio no interesse de uma minoria criminosa.
Paz à todos. continuar lendo

André:
Só faltou mencionar os corruptos que desviam os milhões necessários a mitigar algumas das tantas mazelas que afligem nossa sociedade; e os falsos profetas do igualitarismo que ao fim apenas dividem a população em parcelas e as atiram umas contra as outras. continuar lendo

Perfeito. O pior é saber que estamos caminhando pelo mesmo caminho e logo logo, estaremos chorando por ter perdido parentes e amigos vitimas de terroristas, afinal de contas, Brasileiro adorar copiar tudo que existe no Mundo desenvolvido. Ai sim, esse povinho ridículo que deixa de chorar as tantas vidas perdidas em Minas Gerais, para sair lamentando por meia dúzias de Franceses. (Desculpas aos familiares dos Franceses mortos) sentiram na pelé o quanto custa trocar o voto por cestas básicas e bolças misérias. Sigam apoiando PT, MST e outros guerrilheiros e boa sorte. continuar lendo

Caro Dr. Flavio, com o devido respeito, acho que, nessa sua afirmação de que o ser humano vive em guerra desde sempre, faltou um elemento essencial: POR QUE?
Porque por trás de toda guerra ou conflito existe alguém querendo dominar e alguém sob ameaça de ser dominado. Desde o nível de indivíduos até as nações. Há o agressor, que ataca, e o agredido, que se defende (às vezes também atacando).
O grande problema, Dr. Flavio, é identificar QUEM É o agressor e quem é o agredido.
Neste caso da Síria e Iraque, há anos eles vêm sendo atacados, bombardeados, com milhares e milhares de mortos, porque as potências ocidentais acham que os governos desses países devem ser eliminados. Assim foi com Saddam Hussein (a desculpa foi armas químicas. Cadê?), com Gaddafi, na Líbia (um "monstro") e agora com Assad (que desculpa, neste caso?).
Resultados dessas intervenções? Três países devastados, dilacerados, com milhões de habitantes fugindo desesperadamente.
Esclareço: não sou muçulmano, nem muito menos árabe. Mas não me conformo com essa visão unilateral, como bem colocou Dr. Noam Chomsky: a qualificação de terrorista depende de quem afirma. Para as potências ocidentais (ou mais exatamente, para os poderosos dessas potências), os muçulmanos que se explodem em pontos são terroristas - e acho que são mesmo. Mas os militares que enviam drones para bombardear alvos no Oriente Médio (como o posto dos Médicos Sem Fronteiras, recentemente), esses são defensores da civilização ocidental.
Essa barbaridade que ocorreu em Paris está acontecendo todos os dias na Síria, e eu não vejo nenhuma manifestação de pesar, de dor pelas vítimas. Ah mas lá são só sírios, né? continuar lendo

Parabéns pela sensatez.
Chega de tanta hipocrisia!
O atentado de 11/9 (onde três torres foram derrubadas por duas aeronaves), é um marco histórico. E todo o mundo aceitou a versão Bushiana (da carochinha) e toda aquela mentira que até hoje fingimos que não vimos.
Quem não perceber a relação dos atentados...melhor nem discutir. continuar lendo

Parabéns pela sensatez.
Chega de t5anta hipocrisia!
O atentado de 11/9 (onde três torres foram derrubadas por duas aeronaves), é um marco histórico. E todo o mundo aceitou a versão Bushiana (da carochinha) e toda aquela mentira que até hoje fingimos que não vimos.
Quem não perceber a relação dos atentados...melhor nem discutir. continuar lendo