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22 de Setembro de 2019

Nova York fechou 10 dias seguidos sem assassinatos

Luiz Flávio Gomes, Político
Publicado por Luiz Flávio Gomes
há 5 anos

Nova York fechou 10 dias seguidos sem assassinatos

A cidade de Nova York, a mais populosa dos Estados Unidos, com quase 10 milhões de habitantes, antes notabilizada pelas altas taxas de criminalidade (particularmente nos anos 90), no dia 12/2/15 bateu o recorde de 10 dias seguidos sem assassinatos noticiados à polícia. Os índices de assassinatos e roubos (assaltos) caíram pela metade nos EUA (ver Erik Eckholm, The New York Times International Wekly – Folha, 7/2/15). Mas Nova York, que possui um dos menores índices de encarceramento do país, é uma das cidades que mais reduziram as taxas criminais: ela registrou apenas 328 homicídios em 2014, contra 2.245 em 1990 (redução de 85%: ver Adam Gopnik, em Revista Jurídica de la Universidad de Palermo, año 13, n. 1, novembro/2012, tradução de Juan F. González Bertomeu e colaboradores). E agora bate o recorde de 10 dias sem um assassinato sequer.

No Brasil, em contrapartida, assassina-se uma pessoa a cada 10 minutos. São mais de 57 mil mortes intencionais por ano (e se considerarmos os casos registrados como mortes sem causa definida, o número passa de 60 mil facilmente). Somos o 12º país mais violento do planeta (29 óbitos para cada 100 mil pessoas) e aqui estão 19 das 50 cidades que mais matam no mundo todo. São Paulo tem um dos índices mais baixos de letalidade intencional do Brasil (10 para cada 100 mil pessoas). Mesmo assim, está muito longe de Nova York, com 3 para cada 100 mil. E Nova York, por seu turno, está muito além dos países de capitalismo distributivo (como é o caso da Escandinávia: Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia), que contam com 1 assassinato para cada 100 mil pessoas.

Quais os segredos desses países exitosos na diminuição das taxas de assassinatos? Dois modelos se destacam:

(a) o escandinavo, que prioriza de forma absoluta a prevenção primária (excelentes condições socioeconômicas da população, escolaridade altíssima, extraordinária renda per capita, alta expectativa de vida, primeiros lugares no IDH etc.), sem descuidar da prevenção secundária (obstáculos ao cometimento do crime) nem da repressão (alto índice na certeza do castigo) (ou seja: prevenção primária + prevenção secundária + alto índice na certeza do castigo);

(b) o norte-americano, que confere prioridade absoluta à prevenção secundária (obstáculos ao cometimento do crime), tais como: (1) revolução no policiamento (concentração nos “pontos quentes”, ainda que fossem um ou poucos quarteirões); (2) foco especial no pequeno número de pessoas responsáveis pela maior parte dos crimes; (3) policiamento “intensivo” preventivo (blitz contínuas em toda população: “os pobres nesse caso são os que mais sofrem, mas também os que mais ganham”); (4) o saneamento e o controle rígido da polícia (evitando ao máximo a corrupção); (5) a melhoria visível da estrutura e do preparo do policial, bem remunerado (e mesmo assim muitos desvios ainda acontecem). A efetiva atuação da polícia se transformou em alto grau de certeza do castigo (quase 70% dos homicídios são devidamente apurados e punidos) (sintetizando: prevenção secundária + baixa prevenção primária + alto índice na certeza do castigo).

Os dois modelos são opostos, mas ambos dão bons resultados. Os números estão aí para confirmar o que estamos afirmando. E o Brasil? Não conta com nenhuma política de prevenção (nem primária, nem secundária e muito menos terciária, que consiste na ressocialização do preso). Seguimos aqui a política puramente reativa (não a preventiva). Mesmo assim, uma política reativa (que vem depois do crime) com baixíssimo índice de certeza do castigo (ao contrário, aqui a certeza é da impunidade, em mais de 98% dos crimes). Em suma: não temos prevenção primária, nem secundária nem certeza do castigo. Estamos, como se vê, no caminho completamente errado. O pior é que muitos demagogos falam bem desse sistema estapafúrdio e genocida e boa parcela da população acredita em demagogia (tal como os homens e mulheres das cavernas acreditavam que possuíam todos os animais que eles pintavam nas paredes dos seus improvisados abrigos). É por isso que Nova York comemora 10 dias sem assassinatos enquanto o Brasil caminha de forma acelerada e galopante para colocar a mão em mais uma taça de campeão mundial: no item violência!

112 Comentários

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Isto porque os EUA estão entre os países com maior quantidade de armas por habitante civil. Isto aponta que o armamento do cidadão não está diretamente relacionado com a taxa de homicídios, como os articuladores dos movimentos desarmamentistas do Brasil querem fazer a todos acreditarem. continuar lendo

Achille Arantes, seu comentário não poderia ser melhor.
Mas devemos levar em conta que as leis Norte Americanas são diferentes das nossas. Também sou a favor de o cidadão de bem poder portar uma arma para defesa pessoal. Desde que cumpra rigorosas regras e tenha treinamento adequado. continuar lendo

Não tem nada a ver a relação população armada x criminalidade reduzida.

A fórmula é prevenção ao cometimento do crime e certeza na punição pelo crime.

Nesse país, infelizmente, o cometimento de crimes vem desde o alto escalão (presidência da república, subordinados e CEO's de altas empresas brasileiras, ou elites que acham legal cometer crimes) até o mais baixo (aquele cidadão que acha mais fácil ir para o crime do que estudar para ser alguém na vida).

Na verdade, estudar no Brasil não dá muito futuro também... continuar lendo

Na América a bandidagem tem medo do cidadão comum, tem medo da polícia, tem medo da Justiça. No Brasil, a bandidagem não dá a mínima para a Justiça, bate na Polícia e teve o favor de ver o estado desarmando o cidadão comum, colimando com isso facilitar o seu "trabalho".
País sem futuro .... continuar lendo

No imaginário coletivo as pessoas tem a impressão que o novaiorquino anda armado como se fosse um filme de bang bang. Ainda no imaginário coletivo imagina-se que nos clusters de assassinatos no Brasil as pessoas andam desarmadas como se andassem no éden. Mas ignorar é mais que uma arte é um estilo de vida. Na área penal aprendi que brasileiro mata sempre, na maioria esmagadora de vezes , na covardia, pois imagina que assim está melhorando o mundo, imagina o humano assasinado como entulho, seja por rixa, dívida, território, mulher, seja a própria mulher, discussões bobas, bebida, drogas e etc. continuar lendo

Antes do estatuto do desarmamento não existiam arrastões ou assaltos no trânsito.
O fato de existir algum motorista armado dentre alguns dos que o bandido pretende assaltar era um fator desestimulante.
Hoje o "mala" não precisa ter medo de nada. continuar lendo

Caro Achille Arantes e Robson Schramoski,creio que não devemos utilizar nossa atual situação de insegurança para fazermos apologias a utilização de armas.Nossa situação é bem diferente dos norte americanos.Pelo fato de sermos um povo com níveis de civilização um pouco contestado a inserção de armas de fogo poderia provocar no país um grande aumento de homicídios.Por exemplo,imaginem no diaadia,aquele trânsito estressante que se faz presente em todas as capitais e regiões metropolitanas de nosso país,e uma população possuindo armas de fogo.Será que as brigas de trânsito,corriqueiras em nosso cotidiano seriam apenas a base de socos e chutes?
Além disso, não possuímos a cultura de portarmos armas,e por esse motivo não temos treinamento para utiliza-lás,sendo assim em uma situação em que buscarmos nos defendermos poderemos fazer com essa situação se torne mais arriscada para nós mesmos.Não é raro vermos em noticiário policiais , investigadores , até delegados tendo suas vidas ceifadas,mesmo possuindo uma arma. continuar lendo

Em defesa do senhor Achille Arantes - embora ele nem tenha solicitado, por isso lhe peço vênia - sustento que a questão não é "o direito do cidadão andar armado", é algo mais complexo: "o direito do estado desarmar o cidadão comum".
Ainda que pareça resposta simplória, não é. Na verdade, quando o cidadão transfere o seu direito em se defender ao estado, pode estar cometendo um equívoco desastroso; se for uma nação, aí a ruína é certa.
Com efeito, o "estado" não é um mal necessário; ao contrário disso, o estado é "necessariamente um mal"! Bem por isso precisa ser limitado em seus poderes, sob pena de nos depararmos com tudo aquilo que estamos vendo nos últimos dias - embora isso possa piorar e muito ....
Um estado incompetente e ladrão como temos em nosso país, por óbvio que não tem o menor interesse em defender o cidadão; ao contrário, quer roubá-lo ... e isso já ficou mais do que claro.
Bem por isso, quando falam em baixa criminalidade na América, não se trata apenas de uma política de governo, ou coisa tal, mas da própria consciência popular de que é um ente atuante nessa política, ou seja: a segurança não é só um trabalho que se transfere ao estado, e pronto; longe disso, o estado precisa ser cobrado nas suas funções e atividades, sob pena da devida reprimenda, eis que não imune à lei.
No Brasil das eternas capitanias hereditárias ... nem esse conceito de cidadania e passado nas escolas; ao contrário disso, o que se ensina é que o estado tem que dar a bolsa família, o vale gás, o vale isso e aquilo.
Bem por isso, sentemos e choremos, porque o futuro é negro .... e a herança para os filhos tende a ser maldita. continuar lendo

E ... a propósito: o estado desarmou o cidadão comum, e não o bandido, que aliás, continua bem armado. continuar lendo

O Brasil na verdade é uma grande farsa, um grande mito, o mito do povo bom, criativo, honesto, trabalhador, etc...E é lógico, o mito de que cadeia não resolve.
Não tem aquela rua que voce passa há mais de 20 anos e que sempre tem buracos?
Não tem aquele bairro que em 1500 (no Brasil) era o mais violento do Brasil e até hoje continua o mais violento???
Bastam dois neurônios para resolver o problema: se o bairro é o mais violento da cidade, o que se deve fazer??? Policiamento ostensivo todo dia (esse é o mais barrato é viável); lógico que depois que diminuir a violência, deve-se instalar escolas, etc.. etc.. continuar lendo

Me desculpem, mas isso também não adiantaria nada companheirada.
Como venho falando, deveria ser aplicada irrestritamente a pena de morte por fuzilamento aos crimes de considerável potencial, bem como a de trabalhos forçados, em especial o de quebrar pedras com picaretas e talhadeiras. Tais assertivas eliminaria os criminosos sem conserto e além de ressocializar com dignidade os bandidos com trabalho, ajudaria na economia nacional além de pavimentar mais barato as cidades do Brasil.
Além disso, pensariam tres vezes antes de praticar os crimes consideráveis. continuar lendo

Achille Arantes, no Brasil se pode ter uma arma mas para a sua aquisição que se torna complicado, e até mesmo fazer seu transporte.Mas a maioria das normas para ter essas armas são importantes, pois o cidadão brasileiro não tem respeito e educação com o próximo e ofende de forma verbal ou física qualquer pessoa por pouca coisa até mesmo sobre uma partida de futebol, claro que alguém pode dizer o seguinte, "Mas todo cidadão ira usar uma arma com prudência e responsabilidade...."e assim por adiante, mas não será assim.A muitos casos de agressão e briga por caso como citado acima e outros, até mesmo vizinhos com som alto (NOTA: O que acontece normalmente o cidadão chama a policia mas ela não vem, e o mesmo busca outras formas para resolver, como um simples tiro de alerta que causara confusão ou mortes) .Não seria as armas que resolveria o problema de criminalidade ou outras formas com a diminuição de da menor idade que muitos acham que resolveria.Para uma solução efetiva seria um plano a longo prazo aplicando novas políticas de educação e valorização de professores e treinamento de policias com novas táticas de prevenção e políticas de segurança diferencia para cada cidade,e aumentar o efetivo de policial. continuar lendo

A posição do Emmanuel Carlos, consoante à do Achille Arantes, é interessante e permite comentar sobre o sistema republicano adotado no Brasil, sem dúvidas um dos males que temos desde 1889.
Thomas Hobbes (1588-1679) sugeriu a necessidade de um Estado forte, fiscalizador, julgador, que deve impor medo. Partia ele do princípio de que o homem é incapaz de evoluir de seu estado de natureza para um estado social, que seria uma situação artificial porque a convivência em sociedade é uma imposição. Tendo esta incapacidade, se não houver ferrenha fiscalização, o homem volta ao seu estado de natureza e é capaz da prática de todos os atos próprios do instinto animal. Em razão disto, o homem precisa de um Estado forte, centralizador e capaz de controlá-lo, pela força se necessário, impondo-lhe leis e regras que lhe parecem eficientes neste controle e, para isto, não precisa ouvir o cidadão.
Diferentemente do que preconizou John Locke (1632-1704), para quem o homem é capaz de evoluir de seu estado de natureza para o estado social, não precisando de um Estado forte e controlador, mas mediador e, mesmo assim, apenas quando recorrido. As leis são mínimas como são mínimas as interferências do Estado na vida do cidadão.
A República brasileira nasceu sob os conceitos de Hobbes. O estatuto do desarmamento é um exemplo deles. Não é o cidadão que sugere o que precisa e deve ser feito, mas o Estado que determina o que é bom e o que é mau para o cidadão, sendo dono do seu proceder e impondo a ele a sua vontade. Afinal, o homem, para o Estado brasileiro, é incapaz de evoluir e, se não controlado, volta ao estado natural. E isto é assim desde 1889, quem sabe desde que os portugueses aqui chegaram.
Urgente, pois, que o nosso sistema republicano seja revisto... continuar lendo

"Um estado incompetente e ladrão como temos em nosso país, por óbvio que não tem o menor interesse em defender o cidadão; ao contrário, quer roubá-lo ... e isso já ficou mais do que claro."

Emmanuel Carlos, vc disse tudo o que tinha que ser dito. Parabéns! continuar lendo

Por favor, me indique uma estatística que comprove que o armamento de uma população diminuirá a violência ?
Fico imaginando as torcidas organizadas armadas , ou até, alguns movimentos sociais, que são sabidamente controlados por partidos. No trânsito então teríamos a paz absoluta, com motoqueiros e motoristas armados com a certeza da impunidade.

O nosso problema é justamente a ausência de um Estado forte, competente e idôneo, onde a certeza da aplicação da justiça é percebida.

Não respeitamos mais os poderes. Ser um político em nosso pais é sinonimo das coisas mais vis do ser humano. Juízes se sentem superiores, advogados se ofendem com a mínima critica.

O que esperar daquele indivíduo que nasce com fome, sem chance de uma educação plena, e que ainda por cima, aprende desde cedo, que neste pais é muito mais fácil prosperar roubando e enganando do que trabalhando.

Quem tem que estar armado é quem tem treinamento e equilíbrio para tal. continuar lendo

"Achille Arantes e Emmanuel Carlos" - Assino em baixo de seus excelentes e objetivos comentários! Infelizmente o que vemos no brasil (é com b minúsculo mesmo), é o caminho inverso percorrido pelo Estado para a resolução desse mal que é a expansão da bandidagem! Enquanto nos U.S criminosos são cada vez mais espancados e punidos pelas autoridades, com direito a escolher a forma de como morrer em alguns Estados, no brasil só existem comissões medíocres de direitos dos BANDIDOS, formados por maria do rosário, ideli salvati e outras escórias a mando dos "cumpanheros" para proteger sua prole maldita, formada por bandidos sanguinários que mesmo a vítima não reagindo mandam bala. Ainda se não bastasse, essa máfia podre comunista que atualmente DESgoverna o brasil, criou o pretexto para desarmar o cidadão, fundado em briguinhas de trânsito, para impedir que o cidadão porte uma arma. O resultado disso é 50 mil assassinatos por ano nesse país, um número 5x maior que nos U.S, que além de muito mais populoso o cidadão compra arma até pela internet. Além disso, o brasileiro é tão oprimido por esse lixo de estado, que se reagir a um assalto sem porte de arma vai preso como se fosse bandido. Vou dizer uma coisa: Armas não matam, e nunca mataram! Quem mata são governos autoritários, comunistas, bandidos e traficantes! continuar lendo

OS EUA são um dos países em que mais se mata com armas de fogo no mundo.
Entra nesse site e dá uma olhadinha:
http://guns.periscopic.com/?year=2013 continuar lendo

Só lembrando que a maioria decidiu pelo "não", sendo a favor da comercialização das armas e munições. O resto veio por imposição do governo, que se diz do povo. Mas de lá para ca o cresceu (e muito!) foi a bandidagem. E o que regrediu (e muito!) foi a autoridade da polícia e das entidades competentes. O "Brasil" defende/protege muito a bandidagem. continuar lendo

A mágica é: certeza de punição. Não deveríamos ter medo do cidadão desequilibrado portando uma arma, se fosse certo de que seria punido por qualquer crime que provocasse. Mas hoje... hoje tem muito desequilibrado (bandido) armado por aí, amedrontando, aterrorizando, matando... e o prêmio é: agir à vontade, pois qualquer punição nas medidas brasileiras será pouco e eles sempre voltam a agir, porque jé entenderam que vale a pena. continuar lendo

A resposta certamente é: "a certeza da punição". Não há fórmula mágica, todo mundo sabe disso. continuar lendo

É fórmula mágica sim Patrício, nós somos muito melhores que os americanos, veja, por exemplo, lá 10 dias sem homicídio aqui desde o Natal sem trabalhar até depois do carnaval, mas fique frio, depois vem a semana santa, as festas juninas, julinas e novamente Natal...
Piuí, piuiii, onde esta "p...a" vai parar? Viva, viva!!! continuar lendo

Também acho que se as punições fossem cumpridas conforme as condenações, muitos crimes deixariam de ocorrer. Mas a progressão de pena também deveria deixar de existir. Ou seria aplicada em raríssimos casos e não "a tordo e a direito" como se faz. E se deveria aplicar mais penas alternativas com mais freqüência, em casos de infrações "menores" (?). Trabalhos forçados seria uma excelente alternativa para bandidos. Seis horas por dia, a troco do marmitex. Doze meses quebrando pedras corrigiria muito mais do que 18 anos de papo pro ar trancado numa cela infecta. Relembro apenas que bandido é o contumaz, o reincidente, o que vive da prática criminosa. A esses, uma boa marreta e uma montanha de pedras para fazer britas! A sociedade ordeira não merece e nem tem tempo e nem dinheiro para esperar que cadeia corrija bandidos. continuar lendo

Teoria das Janelas Quebradas. continuar lendo

Então vamos consertar essas janelas todas cara!
A responsabilidade é TODA nossa!! "Vamo que vamo"!
Abs! xD continuar lendo

Mito das janelas quebradas, eu já li, também gostei da estória dos três porquinhos, ou a "teoria da caverna" ou seria mito também. continuar lendo

O causo das "janelas quebradas" faz sentido. Mas é preciso punição rigorosa para quem voltar a quebrá-las. Por exemplo: pichador deveria ser condenado sumariamente a três meses limpando pichações, com bola de ferro no pé. continuar lendo

Na campanha de reeleição do Bill Clinton ele prometeu e cumpriu, diante do aumento da criminalidade nos EUA, dobrar de 1 milhão para 2 milhões as vagas em presídios federais. Cumpriu. A violência diminuiu no seu governo. Atualmente já ultrapassam 3 mlhões de presos, consequentemente, os índices diminuíram ainda mais. Aqui no Brasil, só vamos na contramão: "Mutirão Carcerário" do CNJ, na primeira vez que ouvi tal expressão imaginei se tratar de construção de presídios por condenados, ledo engano, é um esforço concentrado para por na rua aquele que a nossa frouxa Lei de Execução Penal possa beneficiar. Afinal, aqui no Brasil fazemos as melhores leis do mundo (CF, ECA, Lei Seca, etc.., deve ser pela qualidade do nosso legislativo! continuar lendo

Será que um dia o mundo irá cercar o Brasil para se proteger??? continuar lendo